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- De acordo com o Boletim de Ocorrência registrado pela Polícia Militar (PM), Marcos monitorava Rafael desde que ele deixou a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) no dia 15 de janeiro.
No dia 31 de março, Rafael estava em frente à UBS quando foi surpreendido por Marcos, que disparou várias vezes em suas costas. A vítima aguardava a esposa ser atendida no local.
De acordo com a Polícia Civil, Marcos é procurado desde o dia do crime.
Em nota, o advogado do suspeito, José Rodrigo de Almeida, informou que a defesa adotou postura colaborativa para viabilizar a apresentação espontânea de Marcos para que ele confessasse o crime. No entanto, não ocorreu pois foi informado pela Polícia Civil de que a apresentação precisa ser previamente combinada e comunicada oficialmente à delegacia responsável, para garantir a organização dos procedimentos e o bom andamento das diligências. Leia a nota completa abaixo.
Ao g1, a Polícia Civil esclareceu que, segundo entendimento dos tribunais superiores, o fato de o investigado se apresentar espontaneamente não impede a decretação de prisão, caso estejam presentes os requisitos legais.
Assim, a intenção de se apresentar não afasta a possibilidade de cumprimento de medida cautelar já solicitada, nem dispensa o alinhamento prévio com a Polícia Civil, que é essencial para garantir a ordem pública, a eficácia das investigações e a aplicação da lei.
Rafael Garcia Pedroso foi morto em frente a uma UBS, em Frutal. — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Vítima matou mãe de suspeito 10 anos antes
Segundo o processo que trata do assassinato da mãe de Marcos, Glauciane Cipriano, o crime ocorreu no dia 3 de julho de 2016. Na ocasião, Rafael matou sua até então companheira ao esfaqueá-la cerca de 20 vezes.
O caso ocorreu durante a abertura da ExpoFrutal, quando o casal e amigos participavam de um churrasco com consumo de bebidas alcoólicas. De acordo com as investigações, após a mulher sair para deixar um dos filhos com a madrinha, o suspeito, movido por ciúmes, a perseguiu.
Já de volta ao local da confraternização, ele questionou a demora da vítima e, em seguida, a atacou de forma repentina enquanto ela estava sentada. Segundo a sentença, não houve chance de defesa de Glauciane e crime ocorreu na frente de Marcos, que na época tinha 9 anos.
Testemunhas ainda tentaram impedir a agressão, mas não conseguiram. A condenação aponta que o homicídio foi cometido por motivo fútil, com uso de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, no contexto de violência doméstica e familiar.
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Glauciane foi morta por Rafael quando eles estavam juntos em 2016 — Foto: Reprodução/Redes Sociais




