Cortex AI Analítica
"Impacto directo en el bienestar y seguridad sanitaria."
- Uma história de solidariedade entre uma tia de 'consideração', parente não consanguínea de uma paciente renal de Barroso, no Campo das Vertentes, teve um desfecho de esperança.
🔎 A legislação brasileira exige autorização judicial para doações de órgãos entre pessoas vivas quando não há parentesco consanguíneo até o quarto grau, como forma de prevenir o comércio de órgãos e assegurar que o ato seja estritamente solidário.
Ao saber da gravidade do quadro, a tia, que é cunhada do pai da jovem, se voluntariou para o procedimento, e exames de compatibilidade apontaram que há possibilidade da doação.
A família entrou na Justiça, que deferiu o pedido na última quarta-feira, 1º de abril, permitindo que a cirurgia seja realizada na Santa Casa de Juiz de Fora, hospital que é referência no transplante renal.
O processo
Segundo o Ministério Público, a atuação da Promotoria de Justiça de Barroso começou após a família relatar a necessidade do transplante e a compatibilidade da tia, que manifestou o desejo de ajudar.
Ela é cunhada do pai da receptora, ou seja, legalmente considerada parente não consanguínea ou, em linguagem popular, agregada da família.
Para garantir a segurança ética, o MPMG colheu depoimentos e requisitou documentos da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, onde a cirurgia será realizada. Foram analisados o parecer da Comissão de Ética do hospital e exames que atestaram o pleno estado de saúde da doadora.
"Trata-se de um ato extremamente humano e solidário, com o qual não nos deparamos todos os dias", destacou o promotor de Justiça Daniel Magalhães Gomes Macedo.
Segundo a Santa Casa, a previsão é de que o procedimento seja realizado no dia 14 de maio.
LEIA TAMBÉM:
ASSISTA TAMBÉM: Santa Casa de Juiz de Fora alcança marca histórica de 2 mil transplantes renais
Santa Casa de Juiz de Fora alcança marca histórica de 2 mil transplantes renais
VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes
Galería de Imágenes




